sexta-feira, 22 de maio de 2026

ATUALIZAÇÃO LITÚRGICA CONTINUADA

Importante encontro de formação foi transmitido pelo Youtube da Diocese de Caxias do Sul.
Direcionado principalmente para as equipes de liturgia e grupos de canto das comunidades e paróquias. Foi muito esclarecedor e nos ajudará em nossas celebrações.
O primeiro encontro  formativo ocorreu na noite de quarta-feira dia 20 de maio com o tema: A PEDAGOGIA DO CANTO E DO SILÊNCIO NAS CELEBRAÇÕES.
Segue o vídeo no canal da Diocese ou pelo link no Youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=I-J4E-d-fMU&t=151s 
Abaixo material explicativo do encontro com orientações.





PEDAGOGIA DO CANTO E DO SILÊNCIO NAS CELEBRAÇÕES

O canto e a música na liturgia (p.4)

O Apóstolo Paulo exorta os fiéis a reunirem-se em assembleia, na expectativa da vinda do Senhor, cantando juntos salmos, hinos e cânticos espirituais (Cl 3,16), pois o canto expressa a alegria que brota do coração (At 2,46). Por isso, deve-se dar grande valor ao uso do canto nas celebrações, levando em consideração a cultura e as condições de cada comunidade litúrgica.

Em sintonia com as diretrizes do Concílio Vaticano II, entende-se que a música verdadeiramente litúrgica é aquela que se harmoniza profundamente com a ação ritual, servindo ao momento específico da celebração e contribuindo para a participação ativa dos fiéis (SC 112). A música litúrgica leva para a celebração o aspecto lírico e festivo, contribuindo “com o fato de que a celebração não fala somente à inteligência, mas, antes de tudo, ao coração” (A arte de celebrar, p. 57).

Os cantores e os instrumentistas (p.4)

O ministério dos cantores e músicos requer uma espiritualidade litúrgica: a celebração não é um show, apresentação de qualidades ou virtudes. Os cantores e instrumentistas devem, antes de tudo, mergulhar no mistério, ouvir com a devida atenção a Palavra de Deus e participar intensamente de todos os momentos da celebração.

O grupo de cantos ou coral tem a função de promover a ativa participação dos fiéis no canto. Os cantores devem dirigir, apoiar e “sustentar” o canto da assembleia. A própria colocação do coro (lugar dos cantores) deve mostrar a sua real natureza e função. Este grupo, especializado ou não, é uma porção da assembleia dos fiéis, portanto seu melhor lugar é próximo à assembleia, mas não de costas para ela; voltado para o altar (que é o centro da celebração), e não de frente para o povo; e fora do presbitério.

Critérios para a escolha dos cantos na Missa

1. As melodias sejam belas e harmoniosas, porém acessíveis à grande maioria da assembleia;
2. Evitem-se melodias e textos adaptados de canções populares ou de trilhas sonoras de filmes e novelas;
3. Leve-se em conta o tipo de celebração, o momento ritual em que o canto será executado e as características da assembleia;
4. Respeite-se a espiritualidade e as características próprias de cada tempo litúrgico (Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Tempo Comum) e das Festas/ Solenidades;
5. Leve-se em conta a cultura do povo local;
6. Os cantos devem estar de acordo com a Liturgia da Palavra.

Orientações Gerais

O salmo seja, preferencialmente, sempre cantado. Contudo, o salmista deve ter conhecimento e qualidades musicais e vocais reconhecidas. Saber usar a voz de forma adequada, além de ser muito afinado; deve ser um bom solista, o melhor cantor do grupo; do contrário, é preferível que o salmo seja recitado, cantando-se apenas o refrão com toda a assembleia.

Durante a oração eucarística não se toca nem se canta nada além das aclamações próprias da assembleia (durante a narrativa da instituição da Eucaristia (consagração), preserve-se o silêncio absoluto).

O “canto da paz” não está prescrito em nenhum ritual da Igreja. Vale lembrar que o momento do abraço da paz é previsto para as pessoas se cumprimentarem desejando a paz, e não se ocuparem com um canto ou outros gestos, portanto, não há espaço para um canto da paz. O Papa Francisco reiterou essa inexistência do canto da paz na carta circular: “O Significado Ritual do Dom da Paz na Missa” de 2014.

É aconselhável o costume de ensaiar as partes da assembleia antes da missa (refrões, aclamações...), contudo, é necessário reservar um momento de silêncio entre este breve ensaio e o início da celebração (pode-se cantar um refrão para criar o ambiente orante...).

Os instrumentos musicais devem sustentar o canto, facilitar a participação e criar a unidade da assembleia. Por isso, deve-se cuidar do excessivo volume para não inibir a assembleia e o próprio canto; a postura de quem toca para não haver a impressão de um show e o toque em momentos inoportunos. Qualquer instrumento pode ser utilizado na liturgia, contanto que a maneira de os tocar corresponda a sua finalidade e seja harmoniosa.

O silêncio

Oportunamente, como parte da celebração, deve-se observar o silêncio sagrado antes e durante a celebração na Igreja, na sacristia e nos ambientes próximos para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios. Também entre os gestos rituais que pertencem a toda a assembleia, o silêncio ocupa um lugar de absoluta importância. É expressamente prescrito várias vezes nas rubricas, em alguns momentos da Missa e especialmente após a homilia e após a comunhão. O silêncio ajuda a todos se concentrarem no que deve ser realizado, abre e prepara para o mistério, permite a assimilação e o ressoar da Palavra ouvida. IGMR 45.

Momentos de silêncio: Ato penitencial, Após o “Oremos”, Após a homilia, Após a Comunhão, Antes da Missa


CONCLUSÃO
Cuidados essenciais:
Escolha de repertório (em todos os momentos).
Atenção ao Salmo
A forma de cantar e de tocar os instrumentos
A forma de se portar
Sempre se fazer a pergunta: eu estou me ajudando e ajudando os irmãos a rezar?

https://www.diocesedecaxias.org.br/noticias/primeiro-encontro-de-atualizacao-liturgica-2026-da-diocese-de-caxias-do-sul-aborda-o-canto-e-o-silencio-nas-celebracoes








quinta-feira, 21 de maio de 2026

terça-feira, 19 de maio de 2026

FESTA DA PADROEIRA N. SRA. DAS GRAÇAS E SÃO GOTARDO

Ocorreu no dia 17.05, tradicional festa em honra a padroeira da paróquia, Nossa Senhora das Graças e São Gotardo. O dia festivo iniciou com solene missa às 10h30, presidida pelo bispo diocesano D. José Gislon e o pároco Anesio Ferla.
No rito de entrada os festeiros conduziram as imagens dos santos, seguindo os padroeiros das oito comunidades da paróquia de Arcoverde. A missa contou com animação do Grupo CLJ e equipe de liturgia.
Antes do término da celebração, o bispo e o padre foram brindados por festeiros e equipe de assuntos econômicos da matriz.
A seguir, em nome dos festeiros fez uso da palavra, Alzira Colatto Frozza, agradecendo o grande número de fiéis presentes, o bispo D. José e o pároco Anesio, todos os trabalhadores e colaboradores, os representantes das comunidades das capelas, equipe de liturgia e cantos, equipe administrativa, a Rádio Amigos, que unidos resultaram no sucesso da festa.
Em sequência, o bispo deu a bênção final e as imagens foram conduzidas em procissão até o Clube Auriverde, onde foi servido o almoço com cardápio tradicional, seguido de sorteio do rifão, reunião dançante e sorteio da rifa.
A TODOS ROGAMOS AS BÊNÇÃOS DE DEUS! 
GRAÇAS DE MARIA! PROTEÇÃO DE SÃO GOTARDO!






segunda-feira, 11 de maio de 2026

FESTA EM HONRA A NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO

No domingo dia 10 de maio, a comunidade-Igreja da capela do Cinco Baixo realizou grande festa em honra à padroeira Nossa Senhora de Caravaggio. A celebração iniciou às 10h30 presidida pelo vigário paroquial Luís Carlos Conci. A animação ficou com o coral da capela e equipe de liturgia.
No início da missa os festeiros introduziram a imagem da santa e no final foi dada a bênção às mães e entoado os parabéns. Ao meio-dia foi servido almoço no salão comunitário, seguido de rifão.
Em seguida iniciou animada reunião dançante e extração da rifa. Parabenizamos a todos pela grande e linda festa.
NOSSA SENHORA DE CARAVAGGIO ROGAI POR NÓS!
Fotografias remetidas por Maristela R. Tressoldi e Ademir Guaragni
Imagens capturadas  na transmissão da missa 
pela Rádio Garibaldi 101.5 FM