quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

FESTA DE SÃO VALENTIM

 



FESTA EM ARROIO CANOAS

Ocorreu no último domingo dia 01 de fevereiro festa em honra à padroeira Nossa Senhora dos Navegantes na capela de Arroio Canoas. A celebração de missa festiva iniciou às 10h30 sendo presidida pelo padre Azabido Ludwig e cantada pelo coral da comunidade. No final da celebração foi dada a bênção de São Brás, protetor dos males da garganta e outras doenças. Ao meio-dia foi servido almoço no salão do Clube Gaúcho. 

Que Nossa Senhora dos Navegantes e São Brás nos protejam.



Fotografias remetidas por Lorena Salvi Baseggio









domingo, 1 de fevereiro de 2026

AS BEM-AVENTURANÇAS E BÊNÇÃO DAS VELAS E GARGANTA

As bem-aventuranças, proferidas por Jesus no Sermão da Montanha (Mateus 5:3-12), são declarações de felicidade espiritual que descrevem o caráter dos cidadãos do Reino de Deus e a atitude cristã, prometendo recompensas divinas, o consolo e o Reino do Céus. Aqui estão elas, baseadas em Mateus 5:

Pobres em espírito: Deles é o Reino dos céus.

Os que choram: Serão consolados.

Os humildes: Herdarão a terra.

Os que têm fome e sede de justiça: Serão saciados.

Os misericordiosos: Alcançarão misericórdia.

Os puros de coração: Verão a Deus.

Os pacificadores: Serão chamados filhos de Deus.

Os perseguidos por causa da justiça: Deles é o Reino dos céus.

Jesus diz: "Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal de vós". 

Após a missa presidida pelo padre Anésio, foram bentas as velas e em seguida a assembleia presente compareceu para receber a bênção da garganta:

Por intercessão de São Brás, bispo e mártir, livre-te Deus do mal da garganta e de qualquer outra doença. Em nome do pai do Filho e do Espírito Santo. Amém.









quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

domingo, 25 de janeiro de 2026

PAPA LEÃO XIV: MENSAGEM PARA 60º DIA DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

"Preservar vozes e rostos humanos”, o Papa Leão introduz com a expressão: “O rosto e a voz são traços únicos, distintivos, de cada pessoa; manifestam a própria identidade irrepetível e são o elemento constitutivo de cada encontro”. “O rosto e a voz são sagrados. Foram-nos doados por Deus, que nos criou à sua imagem e semelhança, chamando-nos à vida com a Palavra que Ele próprio nos dirigiu”. O Pontífice continua sua introdução recordando que “preservar rostos e vozes humanas significa preservar o “reflexo indelével do amor de Deus. Não somos uma espécie feita de algoritmos bioquímicos, definidos antecipadamente. Cada um de nós tem uma vocação insubstituível e inimitável que emerge da vida e que se manifesta precisamente na comunicação com os outros”.

Papa Leão adverte que se “falharmos nessa preservação”, a tecnologia digital “corre o risco de modificar radicalmente alguns dos pilares fundamentais da civilização humana, que por vezes damos como certos”. Ao simular vozes e rostos humanos, sabedoria e conhecimento, consciência e responsabilidade, empatia e amizade, os sistemas conhecidos como inteligência artificial não apenas interferem nos ecossistemas informativos, mas invadem também o nível mais profundo da comunicação: o da relação entre pessoas humanas”.

“O desafio, portanto, não é tecnológico, mas antropológico” continua o Papa. “Preservar rostos e vozes significa, em última instância, preservar nós mesmos. Acolher com coragem, determinação e discernimento as oportunidades oferecidas pela tecnologia digital e pela inteligência artificial, não significa esconder de nós mesmos os pontos críticos, as opacidades e os riscos”.

O desafio sugere ainda o Papa, “que nos espera não está em frear a inovação digital, mas em orientá-la, em sermos conscientes do seu caráter ambivalente. Cabe a cada um de nós levantar a voz em defesa das pessoas humanas, para que estas ferramentas possam ser verdadeiramente integradas por nós como aliadas”. Esta aliança é possível, mas precisa fundamentar-se em três pilares: responsabilidade, cooperação e educação.

Parágrafos extraídos da mensagem do Papa Leão

https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-01/papa-leao-xiv-60-mensagem-dia-mundial-comunicacoes-sociais-2026.html


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O BATISMO DE JESUS

(...)
Isaías já anunciava o perfil do Servo de Deus, que viria estabelecer a justiça sem jamais compactuar com o espírito mundano: “Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas” (Is 42,2). O modo de ser desse Servo é de humildade, simplicidade, moderação, respeito, agindo sempre com discrição. Bem longe da atitude de muitos autodenominados evangelizadores e influenciadores digitais dos nossos dias!
Assim que Jesus foi batizado, os céus se abriram e o Espírito Santo desceu, enquanto uma voz ressoava: “Este é meu Filho amado, que muito me agrada” (v. 17). João antecipava: “Ele (Jesus) batizará vocês com o Espírito Santo” (v. 11).
Nesta festa do Batismo de Jesus, rememoramos o sentido do nosso batismo. Por meio dele, fomos matriculados na escola de Jesus, na qual aprendemos a percorrer o caminho das bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12). O batismo nos proporciona essa graça, impulsionando-nos cada dia a testemunhar a fé cuja prática será critério para o julgamento final (cf. Mt 25,31-46). É o seguimento de Jesus, do jeito dele, que nos habilita a ser de fato cristãos, não apenas de nome, mas de modo efetivo (cf. Mt 16,25).
Pe. Darci Luiz Marin, ssp
https://www.paulus.com.br/portal/o-domingo/11-de-dezembro-batismo-do-senhor/ 
Imagem modificada AI: https://br.pinterest.com/pin/359936195243408555/visual-search/


sábado, 10 de janeiro de 2026

CALENDÁRIO 2026

Está chegando às residências das famílias associadas das nossas comunidades-Igreja da paróquia, o CALENDÁRIO 2026. A distribuição é gratuita e nele estão registrados os eventos de cada localidade e outras informações. 

Se você ainda não recebeu, entre em contato com sua Zeladora de Capelinha, que são as responsáveis pela entrega.



terça-feira, 6 de janeiro de 2026

PERSEVERAR NA CAMINHADA

 

(...) A todos Deus se manifesta, para alguns através da Palavra, para outros através de caminhos misteriosos, que humanamente temos dificuldade de compreender, mas Deus sabe percorrer até mesmo os caminhos difíceis, com amor e compaixão, para tocar o coração humano, ferido pela falta de amor. Se não fossem os escribas, os Magos não teriam encontrado o menino; e se não fossem os Magos, Herodes e Jerusalém não teriam tomado conhecimento de que o Messias esperado tinha “nascido em Belém”. No peregrinar da vida todos nós temos necessidade uns dos outros. Sozinhos, pode acontecer de não encontrarmos a estrada que nos conduz ao Mestre Jesus. A Epifania do Senhor é mistério de comunhão, que gera proximidade entre os de perto e os de longe, através da fé no único Deus e Senhor.
A viagem mais difícil para encontrar o Senhor Jesus, talvez não seja aquela de atravessar as escaldantes areias dos desertos para encontrar a “Luz” do mundo, mas enfrentar a viagem interior, o caminho que passa pelo coração, seguindo a estrela que brilha, através do amor compaixão.
Dom José Gislon, OFMCap.
Bispo Diocesano de Caxias do Sul
https://www.diocesedecaxias.org.br/noticias/perseverar-na-caminhada
Imagem: https://tvtnews.com.br/6-de-janeiro-e-dia-de-reis/


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR

https://super.abril.com.br/wp-content/uploads/2020/01/pink_frog_gettyimages_reis_magos.jpg

(...) A mensagem central desta solenidade é a revelação universal de Jesus Cristo como Salvador de toda a humanidade. A Salvação que Jesus vem trazer não se limita ao povo de Israel, mas estende-se a todos os povos, representados pelos Magos do Oriente que vêm adorar o Menino Jesus. Essa festa nos convida a reconhecer que a luz de Cristo ilumina o mundo inteiro, convidando-nos a uma fé inclusiva e missionária, onde a salvação de Deus é oferecida a todos, independentemente de origem, cultura ou nação. (...)
Como cristãos, é preciso buscar ser como os Magos: observando os “sinais” da presença de Deus em nossa vida diária e no mundo. Assim, como membros da Igreja, Corpo de Cristo, somos chamados a praticar a inclusão, abrindo-nos a pessoas de diferentes origens e histórias, promovendo a unidade em nossa família, trabalho ou comunidade. Podemos oferecer “presentes” simbólicos, como um maior tempo para a oração, para os necessitados ou palavras de encorajamento, recordando que a luz de Cristo brilha por meio de nós. Assim, tornamo-nos uma epifania viva, manifestando o amor universal de Deus no mundo ao nosso redor.
Dom Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen (RS)

https://www.cnbb.org.br/solenidade-da-epifania-do-senhor