A própria vida: Pensar na morte é uma das formas de aprender a viver. Este dia nos recorda que o tempo é breve e valioso. Podemos nos interrogar como estamos vivenciando nossos dias: em harmonia com todos e preparando nossa morada definitiva?
A saudade: A dor da falta de quem partiu não cancela o amor para com nossos entes queridos; ela o revigora. Quando visitamos cemitérios, restauramos túmulos e jazigos, ornamos com velas e flores, oramos, demonstramos de forma concreta e por gestos, o respeito e carinho que temos pelos que nos antecederam.
A fé e da eternidade: Para os
cristãos, a morte não é o fim de tudo, mas uma passagem. A comunhão com os que
partiram permanece viva por meio da oração e das recordações. É preciso
refletir sobre nosso fim, ao mesmo tempo sobre nosso desejo de eternidade.
O valor do presente: É
necessário analisar o dia de Finados sob a ótica de que, em nosso dia a dia,
precisamos estar mais preparados a conceder um perdão, determinados com o que
realmente é necessário, e valorizar as pessoas que ainda vivem conosco e
podemos abraçar. Continuemos fazendo o bem, vivendo os ensinamentos cristãos.
Eles são o passaporte para contemplarmos a glória de Deus.
A celebração de Finados no cemitério de Arcoverde foi presidida pela vigário paroquial Luís Carlos Conci e cantada pelo CLJ. Um grande público se fez presente.







