terça-feira, 31 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
A HOMILIA DO PAPA NESTE DOMINGO DE RAMOS
O papa Francisco abriu as comemorações da Semana Santa na Praça de São Pedro,
repleta de fiéis de várias partes da Itália e do mundo, que assistiram à
festiva celebração do Domingo de Ramos. Seguem alguns trechos de sua homilia:
“Nesta
Semana Santa, que nos leva à Páscoa, iremos por este caminho da humilhação de
Jesus. E só assim será “Santa” também para nós”. O papa frisou que indo por
esse caminho viveremos todos os momentos que caracterizam o percurso de Jesus
durante a Semana Santa até à sua morte na cruz.
“Este é o caminho de Deus”, o caminho da
humildade. É o caminho de Jesus, não há outro. E não existe humildade sem
humilhação.
Percorrendo todo esse caminho, Deus fez-se servo
– sublinhou o Papa recordando que humildade significa também serviço, significa
esvaziar-se de nós mesmos para deixarmos espaço a Deus na nossa pessoa.
Mas há um caminho contrário ao de Cristo – fez
notar o Papa: o da mundanidade que nos leva pelas vias da vaidade, do orgulho,
da procura do sucesso… O maligno propôs esta via também a Jesus, durante os quarenta
dias no deserto. “Mas Jesus recusou-a sem hesitação. E com Ele, somente
com a sua graça, a sua ajuda, também nós podemos vencer esta tentação da
vaidade.”
Convidou também a elevar o pensamento a quantos
pela sua fidelidade ao Evangelho são discriminados, pagando com própria vida,
como os cristãos perseguidos, os mártires do nosso tempo. “São tantos! Não
renegam Jesus e suportam com dignidade insultos e ultrajes. Seguem-no pelo
seu caminho. Podemos falar de uma “nuvem de testemunhas.”
O papa terminou a sua homilia, convidando todos a
embocarem nesta Semana Santa, este caminho “com tanto amor por Ele, o nosso
Senhor e Salvador. Será o amor a guiar-nos e a dar-nos força. E, onde Ele
estiver, estaremos também nós. Amém.”
FONTE: Rádio Vaticano, 29/03/2015 14:06
DOMINGO DE RAMOS NA IGREJA MATRIZ DE ARCOVERDE
DOMINGO DE RAMOS NA IGREJA MATRIZ DE ARCOVERDE
Foi aberta neste domingo, a
Semana Santa com a celebração do Domingo de Ramos. Com a presidência da
celebração dirigida pelo pároco João Corbellini, os fiéis presentes em grande
número, mantiveram a fé e a tradição de levar seus ramos até a Igreja Matriz de
Arcoverde, onde foram bentos. A celebração foi animada pelo Coral Infantil
Madonna dele Grazie. No final da missa o padre João apresentou o seminarista
Ramon da Silva Sandi, que estará trabalhando em nossas duas paróquias. Ao se
pronunciar, Ramon agradeceu a acolhida e disse estar à disposição das paróquias
para o conhecimento de suas realidades, bem como participar das celebrações e
outros eventos, que o ajudarão em sua caminhada
para o sacerdócio.
Seguem algumas fotos da missa do
Domingo de Ramos:
sexta-feira, 27 de março de 2015
PADRE LEOMAR ANTÔNIO BRUSTOLIN FOI ORDENADO BISPO
O padre Leomar Antônio Brustolin foi ordenado bispo na noite desta quarta-feira dia 25 de março, em Caxias do Sul. A celebração
reuniu cerca de 27 bispos e pelo menos 200 padres, diáconos e religiosos,
acompanharam a ordenação. Os fiéis lotaram a igreja e o largo da Catedral onde o
público pode assistir, por telão, a cerimônia. A missa de ordenação durou cerca
de 2 horas e foi presidida pelo arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler.
Leomar
Antônio Brustolin, nasceu em Caxias do Sul e foi nomeado bispo auxiliar para a
Arquidiocese de Porto Alegre pelo Papa Francisco, no dia 7 de janeiro. Ele tem
47 anos e foi ordenado presbítero em 20 de dezembro de 1992. É formado em
Teologia pela PUCRS, possui mestrado em Teologia pela Faculdade Jesuíta de
Filosofia e Teologia (1993) e Doutorado em Teologia pela Pontificia Università San Tommaso de Roma. É autor de 28 livros. Desejamos um ótimo
trabalho pastoral na arquidiocese de Porto Alegre.
Foto: Jornal Pioneiro de 26/03/15
segunda-feira, 23 de março de 2015
CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA 2015
Convidamos a todos para participar das celebrações da Semana Santa deste ano, a serem realizadas na Igreja Matriz Nossa Senhora das Graças.
Lembramos que é o tempo litúrgico mais importante do ano para todos os cristãos. Sendo a Páscoa da Ressurreição a maior das festas cristãs, desde o tempo dos apóstolos, a Semana Santa que
antecede essa festa adquiriu o primeiro posto entre todos os tempos
litúrgicos. Daí a grande importância dos ritos
dessa semana.Venha com sua família e marque presença nestes momentos de reflexão, penitência, caridade e oração.
domingo, 15 de março de 2015
QUARESMA...
Quaresma é o tempo que antecede a Páscoa. Na vida da
comunidade, este tempo torna-se precioso pois possibilita a todos os
cristãos católicos a se prepararem melhor para a grande Páscoa do
Senhor.
Os
tempos litúrgicos na vida da Igreja (Quaresma, Páscoa, Advento, Natal e
Tempo Comum) são uma forma pedagógica e uma proposta para fortalecer
nossa vida de fé e possibilitam uma boa vivência do tempo da graça do
Senhor que se dá diariamente através da oração pessoal, da escuta da
Palavra de Deus, da prática da caridade, da celebração em comunidade e
de tantas outras formas das quais Deus suscita no coração da humanidade.
Para
nossa reflexão pessoal, gostaria de resgatar algumas características
deste tempo que estamos vivendo e que foram proclamadas no Evangelho da
celebração da quarta-feira de Cinzas. (Mt 6,1-6.16-18). São elas: a esmola, o jejum e a oração.
Esmola:[...] "Quando
deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão
direita, de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o
que está oculto, te dará a recompensa."
Jejum: [...]
"Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que
os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está
oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa."
Oração: [...]
"Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai
que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a
recompensa."
Procuremos juntos observar estes três aspectos na nossa vida diária para melhor celebrarmos a Páscoa do RESSUSCITADO! Uma boa Quaresma para todos!
Miguel Mosena - Cursando Teologia na PUCRS
terça-feira, 10 de março de 2015
INICIOU CURSO DE TEOLOGIA PARA LEIGOS
Às 19h e 30min deste segunda-feira, dia 9 de março, foi ministrada a aula de abertura do Curso de Teologia para Leigos de nossas duas paróquias. O pároco, padre João Corbellini saudou os presentes e anunciou a presença de padre Ricardo, que encantou a todos com sua espiritualidade e didática peculiar. O tema proposto foi uma análise sobre as Doenças e Tentações que debilitam as diversas instâncias de nossa Igreja, tendo por base o Discurso do Encontro do Papa Francisco com a Cúria Romana em dezembro de 2014. Segue a síntese por ele apresentada:
1. A doença do
sentir-se “imortal”, “imune” ou “indispensável”
Uma Cúria, paróquia,
família, sociedade que não faz autocrítica, que não se atualiza, que não
procura melhorar é um corpo enfermo. É a doença daqueles que se transformam em
senhores e se sentem superiores a todos e não a serviço de todos.
2. A doença do
“martalismo” (que
vem de Marta)
É a doença
da excessiva atividade: ou seja, daqueles que mergulham no trabalho,
descuidando, inevitavelmente, “a melhor parte”: sentar-se aos pés de Jesus. Descuidar
do descanso necessário leva ao estresse e à agitação
3. A doença do
“endurecimento” mental e espiritual
A doença
daqueles que possuem um coração de pedra e com o passar do tempo, perdem a
serenidade interior, a vivacidade, a audácia. É perigoso perder a sensibilidade
humana necessária que nos faz chorar com os que choram e alegrar-se com os que
se alegram!
4. A doença dE
PLANEJAR COMO UM CONTADOR
A doença do
planejamento excessivo e do funcionalismo sem deixar espaço para o Espírito
Santo. Preparar tudo bem é necessário, mas jamais cair na tentação de querer
encerrar e pilotar a liberdade do Espírito Santo, que é sempre maior, que todo
planejamento humano.
5. A doença da NÃO COOPERAÇÃO E DA má
coordenação
A doença de
quando os membros perdem a comunhão entre si e o corpo perde a sua
funcionalidade harmoniosa e a sua temperança, porque os seus membros não
cooperam e não vivem o espírito de comunhão e de equipe.
6. a
doença do “alzheimer espiritual”
A doença do
esquecimento da “história da salvação”, da história pessoal com o Senhor, do
«primeiro amor». Trata-se de uma perda progressiva das faculdades espirituais
que num intervalo mais ou menos longo de tempo, causa graves deficiências à
pessoa.
7. A doença da
rivalidade e da vanglória
Quando a aparência,
as cores das vestes e as insígnias de honra se tornam o objetivo primordial da
vida. É a doença que nos leva a ser homens e mulheres falsos, e a vivermos um
falso “misticismo” e um falso “quietismo”.
8. A doença da
esquizofrenia existencial
É a doença
dos que vivem uma vida dupla e do vazio espiritual. Uma doença que atinge
frequentemente aquele que, abandonando o serviço pastoral, se limitam aos
afazeres burocráticos, perdendo, assim, o contato com a realidade, com as
pessoas concretas.
9. A doença da FALAÇÃO, DA MURMURAÇÃO, DA FOFOCA
É uma
doença grave, que começa para trocar duas palavras e se apodera da pessoa,
transformando-a em “semeadora de cizânia” (como satanás), e em tantos casos
“homicida a sangue frio” da fama dos seus colegas e confrades. É a doença das
pessoas que, não tendo a coragem de falar diretamente, falam pelas costas.
10. A doença de
divinizar os chefes:
É a doença
dos que cortejam os superiores, esperando obter a benevolência deles. São
vítimas do careirismo e do oportunismo, honrando as pessoas e não a Deus. São pessoas que vivem o serviço, pensando exclusivamente no que
devem obter e não no que devem dar. Pessoas infelizes e inspiradas só pelo seu
próprio egoísmo.
11. A doença da indiferença
Quando
alguém pensa somente em si mesmo e perde a sinceridade e o calor das relações
humanas. Quando se chega ao conhecimento de algo e o esconde para si, ao invés
de compartilhar positivamente com os outros. Quando, por ciúme ou por astúcia,
se sente alegria ao ver o outro cair, ao invés de erguê-lo e encorajá-lo.
12. A doença da cara DE
ENTERRO
A doença
das pessoas grosseiras e sisudas que pensam que, para ser sérias, é necessário
pintar a cara de melancolia, de severidade e tratar os outros com rigidez,
dureza e arrogância. É preciso ser uma pessoa amável, serena e alegre que
transmite alegria por toda parte, um coração repleto de Deus é feliz, que
irradia e contagia todos os que estão a sua volta.
13. A doença de
acumular
Quando o
apóstolo procura preencher um vazio existencial no seu coração, acumulando bens
materiais, não por necessidade, mas só para sentir-se seguro. O acúmulo de bens
materiais só pesa e atrasa o caminho.
14. A doença dos
círculos fechados
Pertencer
ao grupo se torna mais forte do que a pertença ao Corpo, e, em algumas situações,
ao próprio Cristo. Esta doença começa sempre de boas intenções, mas com o
passar do tempo, escraviza os membros, tornando-se um câncer que ameaça a
harmonia do Corpo.
15. a
doença dA GANÂNCIA mundanA E DO BRILHO
É quando se
transforma o serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter benefícios
ou mais poderes; é a doença das pessoas que procuram insaciavelmente
multiplicar poderes e, com esta finalidade, são capazes de caluniar, difamar e
de desacreditar os outros.
FONTE:
Texto sintético do DISCURSO do Encontro do Papa Francisco com a
Cúria Romana Sala Clementina do Palácio Apostólico, Vaticano, 22 de dezembro de 2014.
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