sexta-feira, 2 de novembro de 2018

FINADOS: NOSSO ÚLTIMO DESTINO


Segundo a passagem evangélica, o destino último de cada um será a coroação do que tiver praticado ao longo da vida. O critério será a vivência ou não das chamadas obras corporais de misericórdia. O agir cristão se fundamenta na adesão ao projeto de Jesus, que propõe a partilha do pão, da água, da casa, da roupa, da saúde e da liberdade – isto é, das necessidades humanas fundamentais.
Não podemos, porém, entender tais atitudes como simples assistencialismo. É urgente ajudar a quem precisa, mas a proposta de Jesus é ir além da mera satisfação momentânea e pontual das necessidades. 
Acomodar-se é contribuir para a situação de fome, de sede, de falta de moradia e de trabalho; é colaborar com a precariedade da saúde pública e com a falta de liberdade das pessoas. Portanto, negar-se a ser solidário com os pobres é ter parte de responsabilidade pela condição em que vivem.
Na grande cena dramática sobre o juízo final se revela o destino último de cada ser humano. O Rei não perguntará a que Igreja ou religião pertencemos nem quantas celebrações litúrgicas frequentamos – ainda que elas sejam importantes para nos manter sintonizados no essencial –, e sim o que fizemos em favor dos necessitados. Neste momento supremo, como seria bom ouvir: “Recebe como herança o reino que meu Pai preparou desde a criação do mundo”.
Encontramos a Deus em cada pessoa que acolhemos em vida, principalmente nas mais necessitadas.
Pe. Nilo Luza, ssp
FONTE: https://www.paulus.com.br/portal/o-domingo/2-de-novembro-finados

         O cemitério de Arcoverde recebeu um grande número de fiéis, para recordar e orar por seus entes queridos que já não estão presentes, mas permanecem vivos em nosso coração e mente. 
          A missa foi presidida pelo vigário paroquial Gustavo Predebon e contou com  animação litúrgica do grupo de Nossa Senhora.