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Ao lembrarmos e celebrarmos o dom
da vocação, abraçada e vivida como escolha de vida, queremos, neste segundo
domingo do Mês Vocacional, trazer presente e colocar nas nossas orações os
nossos “pais”. Mesmo diante dos ventos de mudanças que sopram na sociedade e,
em certos aspectos fragilizam a importância da família, não podemos esquecer
que a família envolve de modo profundo a realidade pessoal, social e histórica
de toda pessoa.
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A formação de uma família também
corre seus riscos, e muitas vezes os jovens deixam-se dominar pelo medo da
“incerteza”. Por isso, é importante que os jovens façam o discernimento sobre a
opção e a vocação ao matrimônio. A opção para a vida matrimonial, como todas as
opções de vida, também tem suas provações, mas quem ama de verdade aceita
correr riscos em nome do amor. Além disso, a família, para manter-se unida,
precisa também exercitar, no seu dia a dia, a escuta, o perdão e a
reconciliação. Mas para isso é necessário a presença do amor no coração das
pessoas. Sem ele, até mesmo o perdão e a reconciliação, pelas pequenas falhas
do cotidiano, podem minar a convivência do casal, e ir aos poucos esvaziando o
sentido de pertença de um ao outro, e o sentido de pertença a uma família, da
qual podemos dizer com orgulho: esta é a minha família.
Minhas preces e parabéns a todos
os pais.
+ Dom José Gislon, OFMCap.
Bispo Diocesano de Caxias do Sul
https://www.diocesedecaxias.org.br/noticias/o-amor-fortalece-os-lacos-de-proximidade
